O dilema do prisioneiro é um clássico da teoria do jogos. O
problema baseia-se na detenção de dois companheiros de crime que são
interrogado em salas separadas. Os polícias preparam interrogatórios separados
em que os dois criminosos não podem comunicar um com o outro. A ambos os infratores
é proposto um acordo para conseguir a denuncia do companheiro. Caso apenas um
deles denunciar o outro, o que cedeu ao acordo da polícia sai em liberdade e o
outro apanha 10 anos de cadeia. Caso ambos se denunciem apanham cada um 5 anos
de cadeia e caso nenhum ceda à pressão da polícia ambos apanham apenas 6 meses
de prisão. Este problema é abundantemente aplicado na área económica em
situações onde há vários jogadores que atuam em simultâneo sem saber o que os
adversários vão jogar.
Há pouco ouvi na TV
uma frase interessante: “São os consumidores que criam empregos e não os ricos”.

