[/caption]Estava eu a jantar pacatamente, assistindo às notícias do dia, quando surge uma notícia desconcertante. Depois da reportagem pensei: “mas que país é este onde, após 3 anos de cárcere, se libertam assassinos confessos por pormenores administrativos? Será verdade?
Como me custa acreditar que a nossa justiça, um dos pilares da sociedade, deixe passar casos tão berrantes como este incólumes, decidi tentar tirar a dúvida a limpo.
Segue abaixo carta-electrónica aberta, dirigida ao Exmo. Presidente do Supremo Tribunal de Justiça, Sr. Juiz-Concelheiro Luís Nascimento, à qual esperemos que haja resposta.
---------------------------------------------------------------
Exmo. Presidente do Supremo Tribunal de Justiça, Sr. Juiz-Concelheiro Luís Nascimento,
Talvez não seja a pessoa indicada para receber esta carta-electrónica aberta, pois bem sei que não pode (nem precisa, a meu ver) um líder saber de todos os casos que tem sob a sua alçada, no entanto será a pessoa indicada para dar seguimento a esta minha dúvida.
É verdade o que vem noticiado no Jornal de Notícias (http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Policia/Interior.aspx?content_id=1628106), e que também foi divulgado pela comunicação social televisiva, referindo que o chamado “homicida das Marisqueiras” foi libertado por excesso de prisão preventiva, mesmo depois de ter confessado
[/caption]
[/caption]