terça-feira, 27 de julho de 2010

Estará a justiça a funcionar?

[caption id="attachment_600" align="aligncenter" width="300" caption="Justiça"]Justiça[/caption]

Estava eu a jantar pacatamente, assistindo às notícias do dia, quando surge uma notícia desconcertante. Depois da reportagem pensei: “mas que país é este onde, após 3 anos de cárcere, se libertam assassinos confessos por pormenores administrativos? Será verdade?

Como me custa acreditar que a nossa justiça, um dos pilares da sociedade, deixe passar casos tão berrantes como este incólumes, decidi tentar tirar a dúvida a limpo.

Segue abaixo carta-electrónica aberta, dirigida ao Exmo. Presidente do Supremo Tribunal de Justiça, Sr. Juiz-Concelheiro Luís Nascimento, à qual esperemos que haja resposta.

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Exmo. Presidente do Supremo Tribunal de Justiça, Sr. Juiz-Concelheiro Luís Nascimento,



Talvez não seja a pessoa indicada para receber esta carta-electrónica aberta, pois bem sei que não pode (nem precisa, a meu ver) um líder saber de todos os casos que tem sob a sua alçada, no entanto será a pessoa indicada para dar seguimento a esta minha dúvida.



É verdade o que vem noticiado no Jornal de Notícias (http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Policia/Interior.aspx?content_id=1628106), e que também foi divulgado pela comunicação social televisiva, referindo que o chamado “homicida das Marisqueiras” foi libertado por excesso de prisão preventiva, mesmo depois de ter confessado

sábado, 24 de julho de 2010

Cada um com o seu papel

[caption id="attachment_587" align="aligncenter" width="300" caption=" "]Participação[/caption]

Muitas vezes ouço vozes revoltadas com o 'sistema', vozes indignadas, com raiva no discurso. Ouço esses desabafos e penso: "está certo, tens toda a razão". Mas vamos lá ser práticos: que 'sumo' se retira desses desabafos? Normalmente Zero! De que adianta resmungar por causa das portagens nas SCUT, do aumento do preço da electricidade (com EDP a lucrar à grande) ou do aumento dos custo com o crédito à habitação (enquanto os bancos lucram milhões por dia)? Não adianta de nada se nada fizeres!

Normalmente quando trago para discussão a inércia do português, a reacção usual é algo do tipo: "eu não tenho poder para mudar isso, 'eles' é que deviam fazer alguma coisa!". Isto levanta uma questão: mas afinal, quem são eles?

Eu aponto o dedo (vale o que vale): 'eles'

terça-feira, 13 de julho de 2010

Mais licenciados para quê?

[caption id="attachment_583" align="aligncenter" width="300" caption="Licenciados"]Licenciados[/caption]

Proponho que se faça um exercício mental.

Imagine-se que os nossos governantes deixam as decisões redutoras tomadas tendo por base comparações com a média europeia, a imagem que querem passar de Portugal e os seu interesses próprios e passam a tomar medidas baseadas na razão, no que está certo, no melhor para o país.

Neste cenário, imagine-se como tema 'quente' a educação, em especial o ensino superior.

Como é sabido, nem todos podem ser 'doutores' e como tal, muito 'doutor' cai no desemprego ou em tarefas fora do âmbito da sua formação. Assim sendo, há que terminar com este flagelo! Se num horizonte de

sábado, 10 de julho de 2010

Retrato social



Aqui há uns tempos ouvi uma entrevista a um pensador dizia algo muito curioso, dizia ele que para saber o que se passa numa sociedade, ao invés de ler as noticias, lia a poesia local. E os seus argumentos são muito válidos...

Como é sabido, a comunicação social já não passa informação (se é que alguma vez o fez), passa sim o que vende mais. Pelo contrário, o poeta escreve o que lhe vai na alma. É muito mais garantido que fale verdade (entre o fingimento do poeta), pois não escreve para vender, escreve porque gosta.

Gosto de pensar que